Amigos leitores deste espaço tão nosso e tão democrático. Desculpem pelo atraso na atualização, o qual será revertido em novos posts em breve.
Diante da tragédia que abalou a todos nós, pais e mães, com o assassinato cruel e bárbaro da menina Isabella Nardoni, de cinco anos, não poderia, como editor deste espaço, me furtar a falar algumas palavras a todos e a todas.
Não quero usar este espaço para fazer defesa de tese e também acusações a quem quer que seja. Afinal, não sou policial e não sou político. Sou jornalista, sou pai, sou cidadão, sou defensor da vida, em qualquer forma a qual se apresente.
Além do mais, sou defensor da vida e do nascimento além do útero. No caso, defendo que toda a criança deve ter direito à proteção, à saúde, ao amor, a uma família.
É doloroso ver que uma criança morre de forma tão trágica. Já é trágico saber que milhares de crianças morrem em nosso Brasil. Morrem ainda de fome, agora pela dengue também. Uma nação que não trata com dignidade a suas crianças, não é digna para com ninguém.
O que desejamos neste momento é enviar a família da pequena Isabella, votos de fé e força. E para todos nós, fica o acompanhar as informações sobre o caso, e ver na verdade de que forma serão identificados os autores deste crime, que não vitimou apenas a uma família, mas a toda grande família brasileira.
Abraços e até breve.
sábado, 5 de abril de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
2008 TA AÍ, PAIS ADOTIVOS SA DE VOLTA...
Amigos leitores. Depois de um final de 2007 bastante movimentado, principalmente por mudanças pessoais, PAIS ADOTIVOS SA volta à ativa. Isso mesmo. Voltamos com uma sede nova, com base nova e com inúmeros projetos para alavancar uma "cara impressa" em 2008.
Lançado em 2007, PAIS ADOTIVOS SA teve êxito em divulgar textos e produzir reportagens acerca do universo da adoção, dos pais, dos filhos, e de toda uma sociedade que busca, de forma carente e única, mais informações sobre o que é a adoção. A busca não se dá só por informes. Se dá por meios para reduzir os tabus e os mitos que giram em torno da adoção, do aumento da família, da vinda de um novo integrante. Um novo ser que passa a ser filho. Um filho gerado no coração.
Como mudanças fazem parte da vida, também me mudei. De Brasíila, mudamos a nossa base para Florianópolis, Santa Catarina. Santa Catarina tem informes interessantes para passar ao Brasil acerca do assunto que atuamos. O primeiro deles se dá por ser o Estado em que mais concentra grupos de apoio à adoção no Brasil. Também é um dos estados do Brasil onde mais se adotam crianças. Por que? Bem, nós vamos durante o ano de 2008 tentar responder a estas e a outras perguntas que vão continuar chegando por aqui.
A sua participação é importante e é válida. Por isso, poste, leia, escreva.
Um abraço a todos e um maravilhoso 2008 a todos nós.
O EDITOR
Lançado em 2007, PAIS ADOTIVOS SA teve êxito em divulgar textos e produzir reportagens acerca do universo da adoção, dos pais, dos filhos, e de toda uma sociedade que busca, de forma carente e única, mais informações sobre o que é a adoção. A busca não se dá só por informes. Se dá por meios para reduzir os tabus e os mitos que giram em torno da adoção, do aumento da família, da vinda de um novo integrante. Um novo ser que passa a ser filho. Um filho gerado no coração.
Como mudanças fazem parte da vida, também me mudei. De Brasíila, mudamos a nossa base para Florianópolis, Santa Catarina. Santa Catarina tem informes interessantes para passar ao Brasil acerca do assunto que atuamos. O primeiro deles se dá por ser o Estado em que mais concentra grupos de apoio à adoção no Brasil. Também é um dos estados do Brasil onde mais se adotam crianças. Por que? Bem, nós vamos durante o ano de 2008 tentar responder a estas e a outras perguntas que vão continuar chegando por aqui.
A sua participação é importante e é válida. Por isso, poste, leia, escreva.
Um abraço a todos e um maravilhoso 2008 a todos nós.
O EDITOR
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
DICA DE LIVRO: COMPREENDENDO OS PAIS ADOTIVOS

Brasília, 16/8/07 - "A verdade só existe verdadeiramente quando a atualizamos, a incorporamos ao acervo das nossas convicções e de nossas vivências. É a partir dessa maneira de aceitar e de viver a verdade que se estabelece a conduta dos pais adotivos de reconhecê-la não só como um direito do filho, como também uma necessidade para se conquistar a saúde mental e psicológica."
Falar de adoção e de compreensão de nossos filhos adotivos é realmente um desafio. E em momentos de dificuldade perguntamos: a quem recorrer. Um apoio importante, além do diálogo entre pais, amigos, psicólogos e afins, está sim na literatura. E PAIS ADOTIVOS SA sempre aproveita para passar a você, internauta de norte a sul do Brasil, e até do Exterior, dicas de boas leituras.
A dica de hoje vai para mais um livro escrito por Luiz Schettini Filho. "Compreendendo os Pais Adotivos" pode e muito ajudar a entender processos que para nós se tornam complexos. Nos faz ler, avaliar e entender realmente como observar em nós a verdade sobre os laços sanguíneos, gravidez pós-adoção, diferenças entre filhos adotivos e biológicos, consciência sobre maternidade e paternidade, entre outros tópicos.
Vale sim começar a montar, você leitor, a sua biblioteca sobre adoção. E mais, vale também conversar, falar, trocar vivências e idéias entre outros pais adotivos sobre o tema.
Essa é mais uma dica de leitura de PAIS ADOTIVOS SA.
REPORTAGEM: O DILEMA DA SEPARAÇÃO DE IRMÃOS
Por Letícia Duarte, Zero Hora, Porto Alegre, RS
Porto Alegre, 12/8/07 - Para um terço das crianças atendidas em abrigos do Estado, as chances de adoção se reduzem a dilema.
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os grupos de irmãos não podem ser separados, mas a determinação dificulta a concretização do sonho de ter uma família.
A polêmica divide candidatos a pais e profissionais da rede de proteção à infância, enquanto uma campanha da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) tenta aumentar o número de processos. Diante das restritas perspectivas de garantir adoções conjuntas, há divergência sobre o que seria melhor para esses pequenos abrigados: ganhar uma família adotiva ou perder irmãos de sangue?
O administrador de empresas Newvani Cirolini Correa, 35 anos, e a enfermeira Clarice Molina do Nascimento, 35 anos, depararam com o dilema há um ano, quando entraram com pedido de guarda provisória de uma menina de quatro anos, mantida em um abrigo da organização não-governamental SOS Casas de Acolhida, em Canoas, com mais três irmãs.
Em dezembro de 2006, o juiz Charles Abadie von Ameln negou o pedido de guarda, acolhendo orientação da promotoria pela manutenção do vínculo familiar. O casal, que já tem um filho de 12 anos, não se conforma. E mantém um quarto reservado para a menina na casa de três quartos no bairro Sarandi, em Porto Alegre.
- Para nós, seria muito mais cômodo gerar outro filho, mas a gente gostaria de propiciar a uma criança carente uma oportunidade de ter uma família, uma vida melhor. Não teríamos condições para adotar todas as irmãs, mas poderíamos dar uma vida melhor para ela. É difícil brigar na Justiça, pagar advogado, mas a gente está lutando. Não tínhamos consciência de que o processo seria tão burocrático - lamenta Newvani, 35 anos, que conheceu a menina de cabelos loiros durante um trabalho voluntário desenvolvido na instituição.
Adoção de apenas uma irmã está sendo avaliada
Mesmo com a negativa inicial, o caso não está encerrado. A psicóloga da SOS Casas de Acolhida Sonia Bagatini, especialista em violência doméstica contra crianças e adolescentes pela Universidade de São Paulo (USP), diz que a Justiça encaminhou um pedido de avaliação sobre a possibilidade de separação das irmãs há 10 dias. A adoção também está impossibilitada porque ainda não foi feita a destituição do poder familiar.
- É preciso avaliar cada caso, mas se a adoção for trabalhada e garantir o vínculo entre irmãos, com visitas periódicas, a adoção em separado pode ocorrer. É melhor do que sentenciar essas crianças a serem institucionalizadas para sempre - diz Sonia.
Apesar da orientação do ECA, já houve decisões judiciais favoráveis à separação de irmãos. Para o juiz José Antônio Daltoé Cezar, da 2ª Vara da Infância e da Juventude da Capital e coordenador da campanha Mude um Destino no Estado, o principal critério é o tipo de ligação entre os irmãos.
- Às vezes, o vínculo é tão forte que seria desastrosa uma perda muito grande para crianças que já perderam tanto. Mas para outras não tem tanto impacto, porque esse vínculo não existe. É preciso verificar qual é o mal menor para elas - analisa Daltoé. rascunho
Porto Alegre, 12/8/07 - Para um terço das crianças atendidas em abrigos do Estado, as chances de adoção se reduzem a dilema.
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os grupos de irmãos não podem ser separados, mas a determinação dificulta a concretização do sonho de ter uma família.
A polêmica divide candidatos a pais e profissionais da rede de proteção à infância, enquanto uma campanha da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) tenta aumentar o número de processos. Diante das restritas perspectivas de garantir adoções conjuntas, há divergência sobre o que seria melhor para esses pequenos abrigados: ganhar uma família adotiva ou perder irmãos de sangue?
O administrador de empresas Newvani Cirolini Correa, 35 anos, e a enfermeira Clarice Molina do Nascimento, 35 anos, depararam com o dilema há um ano, quando entraram com pedido de guarda provisória de uma menina de quatro anos, mantida em um abrigo da organização não-governamental SOS Casas de Acolhida, em Canoas, com mais três irmãs.
Em dezembro de 2006, o juiz Charles Abadie von Ameln negou o pedido de guarda, acolhendo orientação da promotoria pela manutenção do vínculo familiar. O casal, que já tem um filho de 12 anos, não se conforma. E mantém um quarto reservado para a menina na casa de três quartos no bairro Sarandi, em Porto Alegre.
- Para nós, seria muito mais cômodo gerar outro filho, mas a gente gostaria de propiciar a uma criança carente uma oportunidade de ter uma família, uma vida melhor. Não teríamos condições para adotar todas as irmãs, mas poderíamos dar uma vida melhor para ela. É difícil brigar na Justiça, pagar advogado, mas a gente está lutando. Não tínhamos consciência de que o processo seria tão burocrático - lamenta Newvani, 35 anos, que conheceu a menina de cabelos loiros durante um trabalho voluntário desenvolvido na instituição.
Adoção de apenas uma irmã está sendo avaliada
Mesmo com a negativa inicial, o caso não está encerrado. A psicóloga da SOS Casas de Acolhida Sonia Bagatini, especialista em violência doméstica contra crianças e adolescentes pela Universidade de São Paulo (USP), diz que a Justiça encaminhou um pedido de avaliação sobre a possibilidade de separação das irmãs há 10 dias. A adoção também está impossibilitada porque ainda não foi feita a destituição do poder familiar.
- É preciso avaliar cada caso, mas se a adoção for trabalhada e garantir o vínculo entre irmãos, com visitas periódicas, a adoção em separado pode ocorrer. É melhor do que sentenciar essas crianças a serem institucionalizadas para sempre - diz Sonia.
Apesar da orientação do ECA, já houve decisões judiciais favoráveis à separação de irmãos. Para o juiz José Antônio Daltoé Cezar, da 2ª Vara da Infância e da Juventude da Capital e coordenador da campanha Mude um Destino no Estado, o principal critério é o tipo de ligação entre os irmãos.
- Às vezes, o vínculo é tão forte que seria desastrosa uma perda muito grande para crianças que já perderam tanto. Mas para outras não tem tanto impacto, porque esse vínculo não existe. É preciso verificar qual é o mal menor para elas - analisa Daltoé. rascunho
DRAMA: CRIANÇA COM LEUCEMIA PROCURA PAIS BIOLÓGICOS NA BAHIA

Fonte: Globo.com
Salvador, 16/8/07 - Envolto em um lençol, ainda com o cordão umbilical, o menino Luis Flavio foi deixado na carroceria de um carro em Salvador. A história dele emocionou um casal que decidiu adotá-lo quando ainda tinha poucos dias de vida.
Mas, em fevereiro deste ano, os médicos descobriram que Luis Flavio tem leucemia. Antes de completar dois anos de vida, o garoto começou a fazer sessões de quimioterapia. As internações de um mês no hospital são alternadas com dez dias em casa.
Segundo os médicos, com o tratamento de quimioterapia, o menino tem 20% de chances de cura. A melhor alternativa seria um transplante de medula, mas para que isso aconteça é preciso encontrar os pais biológicos da criança.
O médico que cuida do menino explica que a possibilidade de encontrar um doador compatível que não seja parente é de uma em um milhão. “O melhor doador seria um membro da família, ou seja, alguém que tenha a mesma carga genética que ele tem”, afirma Ronald Pallota.
Luta constante
A luta para salvar Luis Flavio alterou a rotina do pai. “É uma luta constante, eu não paro. Não estou trabalhando. Todos os dias eu vou à rua onde ele foi abandonando, tentando localizar alguma pista”, conta.
O garoto é o único filho do casal. A mãe, Leossandra Menezes, diz que nunca procurou saber quem é a mãe biológica e agora dá outra prova de amor e pede: “Essa mãe, por favor, apareça. Eu serei grata pelo resto da minha vida se você aparecer”.
PSICANALISTA CONTA EM LIVRO VANTAGENS DA GUARDA COMPARTILHADA DOS FILHOS
Por Irene Lôbo e Kelly Oliveira - Agência Brasil
Brasília - A maior angústia dos pais atualmente, tanto casados como separados, é não estar presente na vida dos filhos. A conclusão é do psicanalista, fotógrafo e pai, José Inácio Parente, que reuniu as habilidades nas três áreas para produzir um livro chamado Pai Presente.
“Tentei nesse livro mostrar com fotografias e com textos como é gostoso ser pai. São fotografias que mostram esse prazer da paternidade e da presença.”
Na opinião de Parente, os pais estão se dando conta de que ao se distanciarem dos filhos, por conta de uma separação ou de excesso de trabalho, podem perdê-los. Ele defende que, no caso de separação, um meio de não perder o contato com os filhos e participar da criação é a chamada “guarda compartilhada”, prevista no Código Civil.
Parente conta que viveu essa experiência durante cerca de dois anos, mas depois desse período os dois filhos do primeiro casamento preferiram morar com ele. Anteriormente, as crianças ficavam um mês morando com a mãe e no outro período com o pai.
“Tive um prazer muito grande de aprender a ser pai junto com eles”, afirma o psicanalista, coordenador do site www.pai.com.br. “A acho que é a melhor saída [a guarda compartilhada]. Antigamente, as mães lutavam para ter a posse dos filhos e afastar os filhos dos pais. Isso é ruim para o pai, para o filho e para mãe, que acabava ficando ficando super-onerada com as obrigações do cotidiano.”
Hoje, Parente mora com os dois filhos do primeiro casamento e com um filho de uma nova união. Segundo ele, a relação dos filhos mais velhos com a nova família nem sempre é fácil, mas os conflitos são resolvidos com negociação. “Tem que ter muita sabedoria do pai, da ex-mulher, e da mulher.”
Quanto o assunto é pensão, Parente defende que o pai e a mãe contribuam proporcionalmente de acordo com renda de cada um. “O ideal no caso de separações é que acha assimetria de direitos e deveres. Geralmente, a mãe quer que pague a pensão como se fosse o castigo.”
No caso dos pais casados, a melhor maneira de “cuidar bem dos filhos” é mãe e pai ter prazer um com outro. “ Eles estarão dando um exemplo do que é o amor, o carinho.”
O psicanalista lembra que a ausência paterna gera conseqüências para a vida dos filhos. No caso dos meninos, pode faltar uma boa “identificação sexual”. “O modelo do pai, do homem que ele vai ser no futuro. Se a mãe denigre o pai, afasta muito a figura do pai, ele acaba tendo dificuldades da própria identificação. Quanto mais nova a criança, maior o prejuízo.”
No caso das meninas, a ausência paterna, faz com que a figura masculina seja muito idealizada, o que dificulta os relacionamentos futuros com namorado ou marido.
Brasília - A maior angústia dos pais atualmente, tanto casados como separados, é não estar presente na vida dos filhos. A conclusão é do psicanalista, fotógrafo e pai, José Inácio Parente, que reuniu as habilidades nas três áreas para produzir um livro chamado Pai Presente.
“Tentei nesse livro mostrar com fotografias e com textos como é gostoso ser pai. São fotografias que mostram esse prazer da paternidade e da presença.”
Na opinião de Parente, os pais estão se dando conta de que ao se distanciarem dos filhos, por conta de uma separação ou de excesso de trabalho, podem perdê-los. Ele defende que, no caso de separação, um meio de não perder o contato com os filhos e participar da criação é a chamada “guarda compartilhada”, prevista no Código Civil.
Parente conta que viveu essa experiência durante cerca de dois anos, mas depois desse período os dois filhos do primeiro casamento preferiram morar com ele. Anteriormente, as crianças ficavam um mês morando com a mãe e no outro período com o pai.
“Tive um prazer muito grande de aprender a ser pai junto com eles”, afirma o psicanalista, coordenador do site www.pai.com.br. “A acho que é a melhor saída [a guarda compartilhada]. Antigamente, as mães lutavam para ter a posse dos filhos e afastar os filhos dos pais. Isso é ruim para o pai, para o filho e para mãe, que acabava ficando ficando super-onerada com as obrigações do cotidiano.”
Hoje, Parente mora com os dois filhos do primeiro casamento e com um filho de uma nova união. Segundo ele, a relação dos filhos mais velhos com a nova família nem sempre é fácil, mas os conflitos são resolvidos com negociação. “Tem que ter muita sabedoria do pai, da ex-mulher, e da mulher.”
Quanto o assunto é pensão, Parente defende que o pai e a mãe contribuam proporcionalmente de acordo com renda de cada um. “O ideal no caso de separações é que acha assimetria de direitos e deveres. Geralmente, a mãe quer que pague a pensão como se fosse o castigo.”
No caso dos pais casados, a melhor maneira de “cuidar bem dos filhos” é mãe e pai ter prazer um com outro. “ Eles estarão dando um exemplo do que é o amor, o carinho.”
O psicanalista lembra que a ausência paterna gera conseqüências para a vida dos filhos. No caso dos meninos, pode faltar uma boa “identificação sexual”. “O modelo do pai, do homem que ele vai ser no futuro. Se a mãe denigre o pai, afasta muito a figura do pai, ele acaba tendo dificuldades da própria identificação. Quanto mais nova a criança, maior o prejuízo.”
No caso das meninas, a ausência paterna, faz com que a figura masculina seja muito idealizada, o que dificulta os relacionamentos futuros com namorado ou marido.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
ADOÇÃO ENTRE FAMOSOS: RICKY MARTIN QUER ADOTAR "UMA CRIANÇA DE CADA COR"

O cantor Ricky Martin(foto) declarou durante entrevista coletiva em sua Porto Rico natal, onde realiza show final da turnê Blanco y Negro esse final de semana, que pretende adotar vários filhos. “Um de cada continente, se for possível”, conclamou.
O bonitão diz não querer tratamento especial na hora da adoção e diz ainda que vai criar uma família de muitas cores. O fato de ser ainda solteiro tem levantado ainda mais suspeitas sobre sua (homo)sexualidade na mídia internacional.
“Quero fazer tudo certo, não quero problemas ou desentendimento. Penso que algumas celebridades manipulam o sistema para ter uma rápida adoção, eu não quero tratamento especial no processo de adoção”, declarou fazendo referência á controvertida adoção de uma criança de Malawi por madonna.
Martin, criador dos hits “She bangs”, “Shake your bom-bom” e “Livin la vida loca”, acaba de fundar a Fundação Ricky Martin para ajudar crianças necessitadas.
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